Lançamento Adecol D3 1000UI

A Cifarma acaba de lançar o Adecol 1000UI em gotas. Adecol D3 é maior dose D saúde, pois cada gota equivale a 1000UI de vitamina D o que confere uma maior versatilidade no modo de uso, pois o médico poderá adequar desde uma dose de ataque a dose de manutenção. Adecol D3 está disponível em frasco com 10mL o que promove maior praticidade e durabilidade. Adecol D3 contém em sua formulação óleo de palma (menos alergênico quando comparado ao óleo de amendoim) e não contém corante, açúcar e sabor. Adecol D3 promove maior auxílio para a imunidade e benefício para a saúde óssea e muscular. Adecol D3 maior dose D saúde!!! 





FONTE:
Cifarma Científica Farmacêutica LTDA.

Poslov® voltou!!!

Conhecida como a pílula do dia seguinte, POSLOV® (levonorgestrel) é um contraceptivo de emergência que deve ser tomado em até 72 horas após a relação sexual desprotegida, podendo assim, evitar o risco de uma gravidez em quase 100% dos casos
POSLOV® esteve disponível no mercado por mais de 10 anos na apresentação de 2 comprimidos. Agora, volta a ser comercializado nas farmácias e drogarias com apenas 1 comprimido, dose única. Para mais informações baixe a bula do produto CLICANDO AQUI.




FONTE:
Cifarma Científica Farmacêutica LTDA.

Os desafios para a prática do autocuidado.

População mais longeva, priorização do bem estar físico e mental, conscientização da população de que estar saudável não é apenas a ausência de doença, e outros aspectos importantes da vida moderna levam as pessoas a quererem buscar formas de se cuidarem, seja na presença de algum mal físico que lhe acometa ou mesmo na prevenção, que é o grande desafio da medicina.

Isso faz com que o hábito do autocuidado, que é uma responsabilidade de cada um, seja tão importante e desejável.

Autocuidado implica em não apenas administração de medicamentos, mas toda uma gama de hábitos e cuidados como alimentação adequada, higiene, sono reparador, exercícios físicos, meio ambiente, lazer e também a auto medicação responsável para aqueles males menores.

Importante frisar que nunca se deve confundir auto-medicação responsável com auto-prescrição. Apenas o médico prescreve.

Os medicamentos destinados ao autocuidado são aqueles isentos de prescrição, chamados MIP. São substâncias já amplamente conhecidas em suas estruturas químicas e farmacodinâmica, que já demonstraram eficácia com segurança ao longo do tempo de uso pela população. Somente após a classificação pela ANVISA, um produto se torna isento de prescrição.

Porém, isento de prescrição não quer dizer isento de informação. Tais medicamentos, os MIP, devem trazer em suas bulas e embalagens o máximo de informações relevantes sobre a forma de uso, posologia e cuidados para que as pessoas possam realmente exercer, com responsabilidade e consciência, o autocuidado.

Sabemos que a principal referência ao se cuidar da saúde é o médico (91%) e a farmácia (71%).

Daí, ser essencial que o farmacêutico, enquanto profissional da saúde, esteja apto e disponível na farmácia para exercer essa importante função.

Vídeo:



Cabe à indústria farmacêutica disponibilizar os medicamentos, logicamente cumprindo todos os aspectos das boas práticas de fabricação, com as devidas informações necessárias ao uso consciente pelos consumidores.

Produtos de classes terapêuticas como analgésicos, antitérmicos, anti histamínicos, vitaminas, descongestionantes, digestivos e outros são os mais procurados e a Anvisa já estuda a reclassificação de outros produtos que já se encaixam neste segmento de MIP.

A Cifarma oferece um amplo portfólio de medicamentos MIP, com marcas já consagradas pela eficácia e segurança, sempre primando pelo sucesso terapêutico aliado à viabilidade econômica.






Parceria:

CRF-GO - Conselho Regional de Farmácia do Estado de Goiás

site: http://www.crfgo.org.br/

Realização:
Cifarma Científica Farmacêutica LTDA.

Cifarma e a pandemia

Sentimos muito pelo triste cenário atual, não só no Brasil, mas no mundo todo, nos últimos meses. Principalmente por ser na área de saúde, ameaçando aquilo que é o propósito do nosso trabalho: a vida das pessoas.

Mas, não é hora de parar! É hora de mudar. Afinal, precisamos manter o cumprimento de nossa missão.

Na fábrica, continuamos as operações, trabalhando agora 24 horas para que não faltem aos pacientes e consumidores os medicamentos e produtos que necessitam.

Preocupados também com a saúde econômica do país, a Cifarma abriu novos postos de trabalho em suas fábricas, instaurou o trabalho home office nas atividades pertinentes, intensificou o programa de treinamento a distância, antecipou férias e suspendeu alguns contratos na tentativa de minimizar ao máximo os impactos negativos do desemprego, sem poder, contudo, evitar totalmente.

Nossa equipe de promotoras, muito impactadas pelo isolamento, já retomaram suas atividades a campo, precavendo-se com todos os cuidados estabelecidos pela OMS e pela própria empresa. As equipes de propaganda médica que atuam nas pequenas e médias cidades também já estão retornando na medida do possível. Novos modelos de trabalho à distância estão sendo testados para que, em breve, possamos retomar a todo vapor.

Confiamos na ciência. E é ela que vai nos trazer a forma e a fórmula de superarmos este momento, levando apenas o aprendizado de que com união e colaboração superamos qualquer obstáculo.

"Cuide-se! Essa responsabilidade é sua! É minha! É nossa!"


Vitamina D na prevenção ao COVID-19

Matéria publicada em 28 de março de 2020 no jornal italiano la Repubblica, comentou sobre um relatório realizado por dois professores da Universidade de Turim (professor de geriatria: Giancarlo Isaia e de Histologia: Enzo Medico). Os pesquisadores escreveram um relatório para a Academia de Medicina de Turim que sugere: "O uso da vitamina D, em associação com as medidas de prevenção bem conhecidas ao COVID-19”. O relatório foi realizado logo após profissionais do hospital de Turim sinalizarem a falta generalizada de vitamina D em pacientes confirmados com a COVID-19.

A orientação geral dos pesquisadores é: “Garantir níveis adequados de vitamina D na população, mas sobretudo, naqueles já infectados, em seus familiares, no pessoal de saúde, nos idosos frágeis, nas pessoas em regime de clausura e em todos aqueles que por várias razões não se expõem adequadamente à luz solar". Os pesquisadores utilizaram para a construção do relatório dados da literatura sobre a deficiência geral da vitamina D e seu potencial papel nas infecções do trato respiratório.

Um médico brasileiro comentou em suas redes sociais a matéria do jornal italiano dizendo que “As recomendações de uso para a vitamina D não devem ser vistas como uma ferramenta de cura, mas um instrumento para diminuir os fatores de risco”.

A deficiência de vitamina D pode ser restabelecida através da exposição a luz solar, através de alimentos fontes de vitamina D. Já a suplementação, quando necessária, deve ser realizada com a supervisão do profissional médico, que irá avaliar cada caso e prescrever segundo a necessidade do indivíduo.

Atenção: A automedicação pode trazer consequências graves ao organismo como: reações alérgicas, intoxicação, efeitos colaterais. Por isso, o uso de qualquer medicamento/suplemento deve ser realizado com orientação de profissional habilitado e após um diagnóstico seguro.




Fontes:

- la Repubblica (jornal italiano)
- @drnivaldoteles (instagram)

Link da matéria:
https://www.repubblica.it/salute/medicina-e-ricerca/2020/03/28/news/vitamina_d_contro_il_coronavirus_solo_un_ipotesi-252553760/

COVID-19: semelhanças e diferenças com a gripe

À medida que a pandemia de COVID-19 continua evoluindo, muitas pessoas costumam comparar a enfermidade causada pelo novo coronavírus com a gripe. Ambas causam doenças respiratórias, mas existem diferenças importantes entre os dois vírus e a forma como eles se propagam. Isso tem implicações importantes para as medidas de saúde pública que devem ser implementadas para responder a cada um dos patógenos.

Semelhanças e diferenças:


Quais são as semelhanças entre os vírus que causam a COVID-19 e os que causam gripe?

O novo coronavírus, que causa a COVID-19, e os vírus que causam gripe são semelhantes. Ambos causam doenças respiratórias, que podem ser assintomáticas ou leves, mas também podem evoluir para casos graves e morte. Além disso, ambos os vírus são transmitidos por meio de contato ou gotículas. Como resultado, as mesmas medidas de saúde pública, como higiene das mãos e boa etiqueta respiratória (cobrir boca com cotovelo flexionado ou lenço descartável ao espirrar e tossir), são ações importantes que todas as pessoas podem adotar para prevenir ambas as infecções.

Qual a velocidade da transmissão do coronavírus e do vírus da gripe?
A velocidade de transmissão é uma diferença relevante entre os dois vírus. A gripe tem um período de incubação mais curto (o tempo entre a infecção e o aparecimento dos sintomas) e um intervalo serial mais curto (o tempo transcorrido entre casos sucessivos) que o vírus que causa a COVID-19. O intervalo serial para o novo coronavírus é estimado em 5-6 dias; para o vírus da gripe, o intervalo serial é de 3 dias. Isso significa que a gripe pode se espalhar mais rapidamente que a COVID-19.

Além disso, a transmissão nos primeiros 3-5 dias da doença ou a transmissão potencialmente pré-sintomática – antes do aparecimento dos sintomas – é um dos principais fatores de transmissão da gripe. Por outro lado, aprendemos que existem pessoas que podem transmitir o vírus da COVID-19 entre 24 e 48 horas antes do início dos sintomas; até o momento, isso não parece ser o principal fator de transmissão.

O número de infecções secundárias geradas a partir de um indivíduo infectado é compreendido entre 2 e 2,5 para COVID-19, números superiores ao da gripe. No entanto, as estimativas para COVID-19 e gripe são muito contextuais e específicas do tempo, dificultando as comparações diretas. 

Como a COVID-19 e a gripe afetam as crianças?
As crianças são importantes impulsores da transmissão do vírus da gripe na comunidade. Para o vírus da COVID-19, os dados iniciais indicam que as crianças são menos afetadas que os adultos e que as taxas de ataque clínico na faixa etária de 0 a 19 anos são baixas. Dados preliminares adicionais de estudos de transmissão domiciliar na China sugerem que as crianças são infectadas por adultos, não o contrário.

Quais são as diferenças dos sintomas da COVID-19 e da gripe?
Embora os sintomas dos dois vírus sejam semelhantes, a porcentagem de pessoas com doença grave parece ser diferente. Para a COVID-19, os dados atuais sugerem que 80% das infecções são leves ou assintomáticas, 15% são graves e requerem oxigênio e 5% são críticas, exigindo ventilação. Essas porcentagens de infecções graves e críticas são mais altas que as da gripe.



Quem está com maior risco?
As pessoas com maior risco de infecção grave pela gripe são crianças, mulheres grávidas, idosos e pessoas com condições médicas subjacentes e imunossuprimidas. Para COVID-19, nosso entendimento atual é que a idade e as comorbidades aumentam o risco de infecção grave.

A taxa de mortalidade é mais alta para COVID-19 do que para gripe?
A mortalidade por COVID-19 parece ser mais alta do que por gripe, especialmente a gripe sazonal. Embora se leve algum tempo para entender completamente a verdadeira mortalidade, os dados existentes sugerem que a taxa de mortalidade está entre 3% e 4%. Para a gripe sazonal, a mortalidade geralmente está abaixo de 0,1%. No entanto, a mortalidade é amplamente determinada pelo acesso e qualidade dos cuidados de saúde.

Quais intervenções médicas estão disponíveis para COVID-19 e gripe?
Embora existam vários ensaios clínicos em andamento na China e mais de 20 vacinas em desenvolvimento para a COVID-19, atualmente não há vacinas ou tratamento licenciado para a doença. No entanto, para a gripe, existem vários antivirais e vacinas disponíveis. Embora a vacina contra gripe não seja eficaz contra o vírus da COVID-19, é altamente recomendável se vacinar todos os anos para prevenir a influenza.




Créditos:

OPAS - Organização Pan-Americana de Saúde (Brasil)
https://www.paho.org/bra/


Apoio:
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