No último dia 31 de março, o governo confirmou o índice de reajuste máximo de 4,76% para o preço dos medicamentos. Segundo a decisão do conselho da Câmara de regulação do Mercado de Medicamentos, o teto de reajuste dos remédios é baseado no IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE no acumulado entre março de 2016 e fevereiro de 2017. O reajuste autorizado deve ser aplicado sobre o PF (Preço do Fabricante), que consta na lista do CMED, hospedada no site da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Confira a lista aqui.

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O reajuste atualiza a tabela de Preços Máximos ao Consumidor (PMC) e não gera aumentos automáticos nem imediatos nas farmácias e drogarias. Em regra, há um período de ajuste, que dura de dois a três meses. As primeiras variações de preço acontecem frequentemente em junho ou julho, quando começam as reposições de estoque, já que o varejo costuma antecipar compras antes da entrada em vigor do reajuste. Nos últimos anos, a média de reajuste dos medicamentos foi de 7,66%. Em 2016, o reajuste máximo autorizado foi de 12,5%. Em 2015, foi de 7,7%. Em 2014, o reajuste foi de 5,68%.

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Indústria

De acordo com o Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo), o reajuste autorizado não repõe a inflação e muito menos os aumentos incorporados à estrutura de custos do setor.

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“Essa situação perversa afeta a saúde financeira das empresas, com reflexos negativos nos investimentos e no lançamento de novos produtos”, afirma Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma).

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Entre 2008 a 2016, para um reajuste de preços dos medicamentos acumulado de 58,83%, a inflação geral acumulada atingiu 77,20% (INPC-IBGE) e os aumentos de salário concedidos pelo setor somaram 93,41%.

No último dia 31 de março, o governo confirmou o índice de reajuste máximo de 4,76% para o preço dos medicamentos. Segundo a decisão do conselho da Câmara de regulação do Mercado de Medicamentos, o teto de reajuste dos remédios é baseado no IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE no acumulado entre março de 2016 e fevereiro de 2017. O reajuste autorizado deve ser aplicado sobre o PF (Preço do Fabricante), que consta na lista do CMED, hospedada no site da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Confira a lista aqui.

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O reajuste atualiza a tabela de Preços Máximos ao Consumidor (PMC) e não gera aumentos automáticos nem imediatos nas farmácias e drogarias. Em regra, há um período de ajuste, que dura de dois a três meses. As primeiras variações de preço acontecem frequentemente em junho ou julho, quando começam as reposições de estoque, já que o varejo costuma antecipar compras antes da entrada em vigor do reajuste. Nos últimos anos, a média de reajuste dos medicamentos foi de 7,66%. Em 2016, o reajuste máximo autorizado foi de 12,5%. Em 2015, foi de 7,7%. Em 2014, o reajuste foi de 5,68%.

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Indústria

De acordo com o Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo), o reajuste autorizado não repõe a inflação e muito menos os aumentos incorporados à estrutura de custos do setor.

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“Essa situação perversa afeta a saúde financeira das empresas, com reflexos negativos nos investimentos e no lançamento de novos produtos”, afirma Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma).

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Entre 2008 a 2016, para um reajuste de preços dos medicamentos acumulado de 58,83%, a inflação geral acumulada atingiu 77,20% (INPC-IBGE) e os aumentos de salário concedidos pelo setor somaram 93,41%.